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Dinheiro é importante para 56% dos jovens, mas não é o único fator de sucesso.

Requisitos:
Assuntos ligados à vida financeira não interessam apenas aos adultos. Jovens com idade entre 11 e 16 anos também se interessam pelo tema e consideram o dinheiro como muito importante.

 

De acordo com a pesquisa “Identidade. Qual é a sua?”, realizada no primeiro semestre do ano passado pelo Portal Educacional com 1.406 estudantes do Ensino Fundamental e Médio, de 18 estados brasileiros, 56% afirmaram que o dinheiro é muito importante.

 

Em uma lista de 17 itens apresentada aos adolescentes, o dinheiro ficou na 12ª posição, atrás de itens como estar bem informado – que é algo muito importante para 83% dos jovens – ou ter seu espaço (85%).

 

Dinheiro não é tudo

 

Segundo o estudo, 95% dos adolescentes pesquisados consideram que vencer na vida é algo muito importante. “Vencer na vida parece ser um conjunto de diversos fatores, que incluem independência financeira, realização profissional e algo mais subjetivo, ligado a sucesso e felicidade”, explica a psicóloga responsável pela análise das pesquisa, Andréia Schmidt.

 

“Os dados relacionados à importância dada ao dinheiro pelos participantes são interessantes”, explica, ao afirmar que, no confronto entre os dados, a pesquisa revela que, para os adolescentes ouvidos, dinheiro não é tudo.

 

“Ao compararmos essa escolha com a percentagem de adolescentes que declararam que vencer na vida é algo muito importante, observa-se que ele não é visto como o principal ou único componente de sucesso”, diz Andréia.

 

O peso da idade
A pesquisa ainda revelou que a importância do dinheiro entre os adolescentes aumenta de acordo com a idade – quanto mais velhos, mais valor eles dão a esse item.
 
Dos entrevistados com menos de 11 anos, 25% consideraram o dinheiro muito importante. Entre os jovens com idade de 11 a 13 anos, o dinheiro é visto como importante por 52% dos participantes. Na faixa etária que compreende os jovens com idade entre 14 e 16 anos, 70% acreditam que dinheiro é importante.

“Parece que o avanço da idade e o consequente aumento de gastos (e de demanda por consumo) faz com que dinheiro se torne um fator cada vez mais importante na vida desses adolescentes”, afirma Andréia.
 
UOL Economia. Dinheiro é importante para 56% dos jovens, mas não é o único fator de sucesso. Disponível em: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2010/01/29/dinheiro-e-importante-para-56-dos-jovens-mas-nao-e-o-unico-fator-de-sucesso.jhtm Acesso em: 29/01/2010.
 
Estudo aponta o Brasil como a 5° economia em 2030.

Requisitos:

O Brasil será a quinta maior economia do mundo em 2030, pelos cálculos da PricewaterhouseCoopers, divulgados ontem, em Londres. Até lá, o País terá ultrapassado gigantes como Alemanha Reino Unido e França.

 

Os prognósticos econômicos indicam ainda que até 2020 o Produto Interno Bruto (PIB) do grupo de sete maiores emergentes - chamado E-7 e formado por China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia - será maior do que o do G-7. Cinco das 10 maiores economias, até 2030, serão países hoje tidos como emergentes.

 

O relatório leva em consideração o ritmo de crescimento e a valorização média das moedas de cada país para traçar perspectivas de médio e longo prazos. Para a PricewaterhouseCoopers, E-7 e G-7 terão pesos equivalentes por volta de 2019. A diferença de riquezas vem caindo - em 2000, o PIB dos sete países mais ricos do mundo era o dobro dos países hoje considerados emergentes pela consultoria - e, este ano, deve sofrer sua maior redução: 35%. Após a ultrapassagem, a distância seguirá aumentando: em 2030, o E-7 será 30% mais rico que Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, França, Reino Unido e Itália (G-7).

 

Em 2030, nossas projeções sugerem que o top 10 global do ranking de PIB terá a liderança da China, seguida dos Estados Unidos, Índia, Japão, Brasil, Rússia, Alemanha, México, França e Reino Unido”, afirmou o relatório, assinado pelo diretor de Macroeconomia da PwC, John Hawksworth. Entre os reposicionamentos, três chamam mais atenção: a China, que ultrapassa os EUA, a Índia, superando o Japão, e o Brasil deixando para trás todos os gigantes europeus.

 

Outra constatação do estudo é que a economia indiana crescerá mais rápido que a chinesa na década de 20. “A influência do E-7 já é enorme e esta análise mostra que a questão não é se o E-7 ultrapassará o G-7, mas quando”, explicou Ian Powell, economista da PwC.

 

 

Portal RPC. Estudo aponta o Brasil como a 5° economia em 2030. Disponível em: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=966195&tit=Estudo-aponta-o-Brasil-como-a-5-economia-em-2030 Acesso em: 22/01/2010.
 
 
Vai tomar crédito? Saiba o que determina uma taxa de juros menor!

Requisitos:

O crédito é o caminho de muitos brasileiros para realizar os sonhos de consumo e, para que ele não pese tanto no bolso, o ideal é que se economize com os juros. Mas como ter acesso às menores taxas do mercado? A resposta está no seu próprio comportamento como consumidor.



De acordo com o vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel de Oliveira, as taxas de juros estão em queda no Brasil, diante da manutenção da Selic – que é a taxa referencial do mercado – e do aumento da concorrência bancária.



“Mas elas [taxas de juros] se reduzem mais para os bons clientes. Diminuem para clientes cujo histórico no banco é melhor, que têm produtos do banco, que paga em dia”, explicou. 



Análise



A análise dos bancos passa, em primeiro lugar, pelos cadastros negativos de débito, como a Serasa e o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Depois disso, é analisado o histórico do cliente no banco e, além disso, o grau de endividamento da pessoa. 



Ou seja: para ter uma taxa menor é preciso, de acordo com Oliveira, “cuidar do orçamento, não se endividar muito e pagar os compromissos financeiros em dia”.



Já a diretora de Estudos e Pesquisas da Fundação Procon-SP, Valéria Rodrigues Garcia, acredita que, para ter acesso a uma taxa mais baixa, o consumidor deve fazer mesmo é uma grande pesquisa, já que os juros variam de acordo com o perfil do consumidor.



“Um funcionário público normalmente tem taxa menor porque a garantia de pagamento é maior, pela estabilidade no emprego. Se tem investimento no banco, a taxa é menor também. O banco analisa a reciprocidade do cliente”, avaliou.



Clientes “top”



A renda também é considerada no momento de oferecer uma taxa de juro ao cliente, afinal, quanto mais se ganha, maior a possibilidade de quitar a dívida. Mas isso é válido somente quando a pessoa não tem um grau de endividamento alto.



Os bancos normalmente têm uma divisão para atender clientes de alta renda e, de acordo com Oliveira, são oferecidas taxas de juros menores para estes clientes, o que não abrange todos eles. “Estar nesta categoria não quer dizer que todos têm juros menores. Até nestas categorias existem juros altos. Elas só mostram que a renda do cliente é alta”.



Ser um cliente antigo também pode ser um critério diferenciado, mas desde que a pessoa tenha um histórico bom de pagamento. “Hoje, tudo é importante. Naturalmente que a relação antiga é melhor, mas se as informações não forem boas, não terá juro menor”, destacou. 

 

 
UOL Economia. Vai tomar crédito? Saiba o que determina uma taxa de juros menor! Disponível em: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2010/01/15/vai-tomar-credito-saiba-o-que-determina-uma-taxa-de-juros-menor.jhtm Acesso em: 15/01/2010.
 
Pressão econômica e orçamento enxuto dão o tom do planejamento de TI

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Redação do Computerworld/EUA

 

Estudo mostra que, nos Estados Unidos, os gestores devem privilegiar iniciativas para redução de custos ao longo de 2010.
Se o pior da crise já passou, o ano de 2010 não deve representar - ainda - um momento de calmaria para os gestores de TI. Pelo menos, é o que aponta um estudo realizado Computerworld/EUA. O levantamento constata que um terço dos 312 profissionais ouvidos aguarda ansiosamente a aprovação dos orçamentos de 2010 para dar um pontapé inicial no ano que está começando.
A maioria dos entrevistados - que atuam em empresas localizadas nos Estados Unidos - afirmou estar lidando com investimentos apertados e 37% disseram que as restrições orçamentárias somadas às pressões econômicas encabeçam a lista de prioridades da área de TI nos próximos 12 meses. Realidade que levará a uma busca por redução de custos no longo prazo durante o ano inteiro. Ou seja, a expressão de 2010 continuará sendo “fazer mais com menos”.
Segundo o estudo, para fazer melhor, mais rápido e com menos custos, os executivos vão investir em tecnologias, como cloud computing (computação em nuvem), SaaS (software como serviço) e mobilidade. Mais de metade dos entrevistados afirmou também que deve priorizar soluções mais baratas e aplicativos caseiros como estratégia para preservar recursos este ano.

 

 

PC World. Pressão econômica e orçamento enxuto dão o tom do planejamento de TI. Disponível em: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/01/06/pressao-economica-e-orcamento-enxuto-dao-o-tom-do-planejamento-de-ti/ Acesso em: 06/01/2010.

 
Brasileiro poderá ter mais linhas especiais de crédito neste ano, prevê Anefac

Requisitos:
O brasileiro que precisar de crédito neste ano contará com mais linhas especiais. A competitividade dos bancos, diante da redução da Selic, fará com que eles ofereçam mais condições diferenciadas aos clientes, de acordo com o vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Miguel de Oliveira.
 
Normalmente, essas linhas especiais são oferecidas no começo do ano, para pagamento de despesas escolares e de impostos, como o IPVA e IPTU. Além disso, são lançadas para antecipação do décimo terceiro e do imposto de renda. “Nós vamos ver daqui para a frente, cada vez mais, os bancos, sem motivo nenhum, lançarem uma linha específica, pela competição”, disse Oliveira.
 
Neste ano, as linhas especiais de começo de ano oferecem juros que partem de 2,25% ao mês, a uma média de 3,5% ao mês. A taxa está abaixo da praticada em empréstimos pessoais, que ficam em uma média de 5% ao mês.
 
Juros em queda, competição em alta
A expectativa para os juros ao consumidor neste ano, segundo Oliveira, ainda é de queda. “Estamos vivenciando um processo de competição muito grande entre os bancos, para tomar o cliente e emprestar mais. Em um ambiente de competição, a tendência é de queda de juros”, explicou.
 
A Anefac acredita em crescimento de todas as modalidades de crédito neste ano, três em especial: imobiliário, veículos e consignado, já que têm a garantia do bem e, no último caso, o desconto em folha de pagamento.
 
UOL Finanças. Brasileiro poderá ter mais linhas especiais de crédito neste ano, prevê Anefac. Disponível em: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2010/01/07/brasileiro-contara-com-mais-linhas-especiais-de-credito-neste-ano-preve-anefac.jhtm Acesso em: 08/01/2010.
 


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