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Feira de Maquetes turma de Pedagogia.

Requisitos:

No dia 28/07/2010 a turma de Pedagogia 10109  apresentou uma  feira de maquetes como projetos de escola, junto com a Professora Luana que organizou esse proveitoso trabalho. Parabéns!!!!

Confira abaixo as fotos!!!

 

 

 

 
Desmoralizaram os professores

Requisitos:

 

Apenas 2% dos estudantes do ensino médio querem ser professores --esse índice se aproxima de zero quando computados os alunos de maior poder aquisitivo, que estudam em escolas privadas. Esse fato mostra que a profissão de professor está em baixa, diria até desmoralizada.
Há dados ainda piores no relatório sobre a atratividade da carreira de professor que a Fundação Victor Civita encomendou à Fundação Carlos Chagas.
O pior dos dados: os futuros professores são recrutados entre os alunos com as piores notas, sendo que quase 90% são de escolas públicas. Portanto, o curso de licenciatura e pedagogia é, para muitos, a opção de quem não tem opção. O resto é apenas consequência.
Considero a profissão de professor a mais nobre que existe. Mais nobre, por exemplo, do que a medicina --afinal, sem professor ninguém chegaria a uma faculdade de medicina. Não é compatível, portanto, um projeto de nação civilizada com a categoria de professor desmoralizada.
UOL Folha. Desmoralizaram os professores. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u687441.shtml Acesso em: 01/02/2010.
 
Paraná tem a maior queda no número de reprovações

Requisitos:
Censo Escolar indica que em 2007 houve decréscimo de 17,7% no índice de repetentes da 5.ª à 8.ª série na rede estadual de ensino.

Maria Gizele da Silva, da sucursal.

 

 

Ponta Grossa - O Paraná é o estado brasileiro que apresentou a maior queda na taxa de reprovação de alunos de 5.ª a 8.ª série no ano de 2007, em relação a 2006. Os dados do Censo Escolar feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação (MEC), indicam que, em 2006, 15,9% dos alunos de 5.ª a 8ª séries da rede estadual não passaram de ano. Em 2007, o índice caiu para 13,5%. O ensino médio também reprovou menos alunos em 2007 no Paraná, em relação ao ano anterior: a taxa caiu de 13,1% para 12,2% no perío­­do. Em 2007, foi a décima taxa de repetência no ensino médio entre os estados brasileiros.

 

A secretária de Estado da Educação, Yvelise Arco-Verde, não relaciona a redução nas taxas à atuação dos conselhos de classe. No início do mês, reclamações de pais de alunos que ficaram supresos com a aprovação de seus filhos causaram polêmica em relação à atuação dos conselhos de classe (veja abaixo). “Eu continuo afirmando que não existe aprovação automática e o principal argumento é que o índice de reprovação no Paraná ainda é muito alto. São cerca de 160 mil alunos reprovados por ano”, diz a secretária. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Seed), a taxa de reprovação da 5.ª à 8.ª série na rede pública de ensino do Paraná é de aproximadamente 12,5%.

 

No Paraná, as séries que mais reprovaram são as do ensino médio e 5.ª do ensino fundamental. O governo do estado criou as salas de apoio para os alunos da 5.ª série. Atualmente, 1,5 mil turmas ganham reforço no ensino de Língua Portuguesa e Matemática. Já no ensino médio foi adotado o ensino em blocos, onde as disciplinas são divididas em dois semestres.

 

 

Extremos

A taxa de reprovação paranaense está na média brasileira. Entre os estados que se distanciam da média, um dos destaque é Acre, onde apenas 7,5% dos alunos de 5.ª à 8.ª série reprovaram em 2007. Lá, não existe conselho de classe, conforme a assessoria da Secretaria de Educação do Acre. Segundo a assessoria da secre­taria, a menor taxa de reprovação brasileira se deve aos programas realizados pelo governo estadual, como o “Asas da Florestania” que leva educação às comunidades de difícil acesso. Atualmente, 447 comunidades isoladas são atendidas.

 

Do outro lado do ranking está o Distrito Federal, que reprovou 24% dos alunos de 5.ª a 8.ª série em 2007. Segundo informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal, os programas educacionais estão diminuindo o número de reprovados. Em 2008, conforme a secretaria, a taxa passou para 16,16%.

 

Portal RPC. Paraná tem a maior queda no número de reprovações. Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=966548&tit=Parana-tem-a-maior-queda-no-numero-de-reprovacoes Acesso em: 23/01/2010. (Texto na íntegra pelo acesso eletrônico)
 
O sucesso também está nas mãos dos pais

Requisitos:
Quanto tempo você tem destinado para acompanhar as atividades escolares de seu filho? Participar ativamente pode ser decisivo no desenvolvimento dentro e fora da sala de aula

Ana Carolina Nery

 

 

Vem aí mais um ano letivo. Um momento para pais e responsáveis reavaliarem de que forma podem contribuir para a educação de seus filhos, independentemente da série em que estejam. Procurar se organizar de uma forma que permita uma participação ativa na vida escolar dos filhos é uma maneira de interferir positivamente no desenvolvimento deles. É preciso ter em mente que, ao contrário do que muitos acreditam, transformar a aprendizagem em sucesso não é papel exclusivo da escola.

 

 

“Há muitos pais que não participam desse processo e isso é um problema sério que as escolas enfrentam”, afirma o pedagogo Benjamin Perez Maia, professor da UniBrasil, que atuou por oito anos como diretor de escola. Segundo ele, geralmente a desculpa dos pais gira em torno da falta de tempo por causa de compromissos profissionais. “A maioria faz somente a matrícula e deixa o filho na escola para ela sozinha ser a educadora. A escola nunca será totalmente boa se os pais não participarem para valer.”

 

 

Quanto mais cedo o incentivo, melhores os resultados, de acordo com a psicóloga Mônica Luna, professora da disciplina de Psicologia Escolar das Faculdades Dom Bosco e Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Segundo ela, quando os pais se fazem presentes, a tendência é que o interesse pelos estudos aconteça com mais naturalidade. “Os filhos tomam consciência da importância do aprender e passam a querer estudar porque gostam e não apenas para tirar nota e prestar conta aos pais.”

 

 

A maior presença de pai e mãe na educação fica evidente no comportamento dos alunos, segundo a professora Sandra Costa Ulsan, diretora da Escola Estadual Dona Branca do Nascimento Miranda, que tem 1,7 mil alunos nos ensinos fundamental e médio. “Per­cebemos que são mais educados, têm mais interesse pelas matérias e respeito pelos professores”. Ela conta que há muita dificuldade, principalmente no que diz respeito às relações pessoais, quando se trata de filhos de pais que acham que somente a escola é quem deve educar. “Esses jovens são mais retraídos, sentem-se abandonados pelos pais e o desenvolvimento é menor.”

 

 

A Escola Dona Branca é uma das mais procuradas da região do bairro Tingui desde que Sandra assumiu a direção, há oito anos, justamente por ter como prioridade a participação intensa dos pais. “Temos um grupo muito atuante de mães voluntárias para desenvolver esse trabalho. Isso traz segurança aos outros pais, que se interessam cada vez mais pela escola e conhecem melhor os professores”. Além de serem orientados a fazerem um acompanhamento em casa, estão constantemente na escola. “No caso daqueles alunos que identificamos terem mais dificuldades, o trabalho com a família é intensificado desde o começo do ano, com conversas e orientações a cada 15 ou 30 dias.”

 

 

 Portal RPC. O sucesso também está nas mãos dos pais. Disponível em: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=965342&tit=O-sucesso-tambem-esta-nas-maos-dos-pais Acesso em: 20/01/2010. (Texto na íntegra pelo acesso eletrônico)
 
Conselho do MEC recomenda entrada no 1° ano de crianças com seis anos

Requisitos:
da Folha Online
 

Em resolução publicada nesta sexta-feira no "Diário Oficial da União", o CNE (Conselho Nacional de Educação) determinou que 31 de março é a data limite para que as crianças que vão entrar no 1º ano do ensino fundamental completem seis anos.

 

 

A resolução, assinada pelo presidente da Câmara de Educação Básica do CNE, Cesar Callegari, define as regras para a implantação do ensino fundamental de nove anos no país. Cabe aos sistemas de ensino definirem providências complementares de adequação em relação aos alunos matriculadas no ensino de oito anos.

 

 

Agora, as crianças que completarem seis anos após 31 de março devem ser mantidas na pré-escola, mas as escolas que já matricularam essas crianças no ensino fundamental devem, "em caráter excepcional, dar prosseguimento ao percurso educacional dessas crianças, adotando medidas especiais de acompanhamento e avaliação do seu desenvolvimento global". Já as crianças com cinco anos que cursaram por mais de dois anos a pré-escola, poderão ser matriculadas no ensino fundamental, apenas neste ano.

 

 
A intenção do Ministério da Educação é transformar a data limite em projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso Nacional, para padronizar a entrada das crianças no fundamental, uma vez que Estados e municípios têm adotado lógicas diferentes.  
 
 
Divergências

A decisão do CNE coloca em discussão a idade na qual a criança deve ser alfabetizada. O MEC entende que uma criança de cinco anos é muito nova para entrar no ensino fundamental e começar o processo.

 

 

O presidente da federação das escolas privadas, José Augusto de Mattos Lourenço, discorda da lógica. O próprio MEC, diz Lourenço, recomenda que o 1º ano do fundamental deva ser parecido com o último ano da antiga pré-escola.

 

 

"Defendemos o corte em 31 de dezembro. Criança de cinco anos pode começar a ser alfabetizada, como já ocorre na pré-escola das particulares", afirmou Mattos.

 

 

Além do fundamental de nove anos, o MEC planeja normatizar a pré-escola (quatro e cinco anos), que será obrigatória a partir de 2016, conforme regra que entrou em vigor em novembro. A ideia é proibir repetência e avaliação com nota nessa etapa.

 

 
Folha UOL. Conselho do MEC recomenda entrada no 1° ano de crianças com seis anos. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u680061.shtml 15/01/2010.
 
 


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