Crise: CUT defende redução da jornada de trabalho, com salários iguais.
Karin Sato
A crise trouxe à tona a necessidade de as empresas reduzirem gastos. A escassez de crédito e o menor nível de liquidez (dificuldade em transformar um ativo em moeda corrente) são os motivos. Devido a problemas de caixa, algumas empresas já começaram a demitir.
Por isso, esta semana, representantes de empresários e sindicatos apresentaram propostas de redução da jornada de trabalho, a fim de manter o nível de emprego. O presidente da Fiesp e do Ciesp (Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, por exemplo, defendeu a menor jornada de trabalho, mas acompanhada de cortes nos salários.