O Brasil subiu oito posições no ranking global de competitividade elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, ficando na 56ª posição. A lista com 133 economias possui um novo líder neste ano, a Suíça, que tomou o lugar dos Estados Unidos, que perdeu competitividade com a crise econômica.
Entre os países do BRIC, o Brasil perdeu para a China (29ª posição) e Índia (49ª posição), mas ficou à frente da Rússia (63º lugar).
Na comparação com outros países da América do Sul, por sua vez, o País está atrás apenas do Chile, que ficou na 30ª posição, e na frente de Uruguai (65º), Colômbia (69º), Peru (78º), Argentina (85º), Equador (105º), Venezuela (113º), Bolívia (120º) e Paraguai (124º).
Avaliação do Brasil
Porém, o relatório também indica os principais fatores que prejudicam a realização de negócios no País, e o maior deles foi a regulamentações e taxas de impostos, seguido pelas regras restritivas de trabalho. A burocracia ineficiente do governo e o acesso ao financiamento também foram indicados no ranking.
O Brasil também obteve um fraco desempenho na avaliação de itens como ambiente institucional e estabilidade macroeconômica, ficando em 93º e 109º lugares nesses quesitos, respectivamente.
Por outro lado, o País apresentou bons resultados quando se considera a sofisticação do mercado financeiro (51º), e a sofisticação de negócios (32º).
Ranking
Na tabela abaixo, é possível conferir os primeiros colocados do ranking deste ano: