Empresários e homens de negócios contam como lidam com aquela sensação de que algo não vai dar certo em negociações ou tomadas de decisão
Marco Sanchotene
A quantidade de informações com que um gestor precisa lidar no trabalho e a velocidade com que deve analisá-las exigem algo a mais do que a razão: a intuição. Pelo menos esta é a opinião do consultor de empresas e professor Joris Marengo. O termo está nos dicionários como um conhecimento imediato e claro, sem o uso do raciocínio, ou uma percepção além da razão. “A intuição não faz parte da experiência racional. [Carl] Jung [psicanalista pupilo de Sigmund Freud] definia a intuição como uma função do psiquismo que desvela as possibilidades. Ou seja, ela permite a você ver o que é melhor”, diz. Por essas e outras, segundo Marengo, a intuição é uma competência necessária para atividades corriqueiras do mundo corporativo, como tomadas de decisão, negociações, seleção de talentos e criação de novos produtos.